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A Polícia Civil, por meio do Delegacia de Barra Velha, efetuou a prisão de três pessoas e apreendeu crack e maconha, na tarde de terça-feira (18), no bairro Itajuba.

Segundo o Delegado Eduardo Ferraz, o setor de investigação criminal estava investigando um ponto de tráfico de drogas, quando observou uma movimentação suspeita no local. Diante disso, os policiais realizaram a abordagem e apreenderam 79 petecas de crack, meio quilo de maconha, balanças de precisão, dinheiro e celulares.Um homem e uma mulher foram autuados em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas e um adolescente foi autuado por ato infracional análogo a esse mesmo delito.

Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário e estão à disposição da Justiça.

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A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar duas mortes em Itajaí. Na terça-feira (18), dois corpos foram encontrados no bairro Santa Regina. Foi realizado o atendimento de local de crime em trabalho conjunto com o Instituto Geral de Perícias (IGP) que durou mais de três horas. Não foram encontradas evidências de violência.

Segundo o delegado Rafael Lorencetti, todas as providências foram adotadas e perícias requisitadas e com o aprofundamento das investigações o caso será esclarecido integralmente. O inquérito está com a Divisão de Investigação Criminal (DIC).

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A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia da Comarca de Barra Velha, esclareceu o homicídio ocorrido em um bar, na noite de sexta feira (14). O crime ocorreu por volta das 21 horas e foi elucidado em menos de duas horas depois com a prisão do autor. O motivo teria sido um desentendimento banal (dívida financeira).

O autor, de 40 anos, desferiu várias facadas após discutir com a vítima, de 50 anos, e atingiu também um outro homem, de 31 anos, que tentou separar a briga. Ele fugiu do local. As polícias Civil e Militar iniciaram as buscas e localizaram o envolvido e a faca usada no assassinato. A arma foi apreendida.]

O trabalho conjunto das polícias Civil e Militar foi essencial para localizar o autor do crime de homicídio e tentativa de homicídio. Após a prisão em flagrante delito, o homem foi encaminhado à Unidade Prisional local e permanece à disposição da Justiça.

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A Divisão de Investigação Criminal (DIC) desencadeou a Operação “Carnaval Seguro” nesta sexta-feira (14) e realizou a prisão de 17 pessoas, em Itajaí. Houve o apoio da Central de Plantão Policial (CPP).

A operação começou às 8h e se encerrou às 17h. Foram realizadas diligências e prisões em diversos bairros do município. Conforme o delegado regional de Itajaí, Márcio Colatto, entre os presos há condenados e presos provisórios, além de autuados em flagrante por tráfico de drogas. Os crimes praticados são, por exemplo, homicídio qualificado, roubo, estupro, tráfico de drogas, crimes contra o sistema financeiro, entre outros.

Durante a ação foi flagrado um homem de 35 anos comercializando maconha, ecstasy e LSD, quando foram apreendidos os entorpecentes. O homem foi autuado em flagrante. Ele tinha mandado de prisão definitiva em razão de condenação por tráfico. Após as prisões foram realizados os procedimentos cabíveis e os detidos foram encaminhados ao Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí, onde permanecerão à disposição da Justiça.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia da Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), cumpriu um mandado de busca e apreensão de uma criança que havia sido retirada de uma escola no Rio de Janeiro pelo pai e trazida por ele para Itajaí.

A mãe procurou a Delegacia pedindo ajuda para resgatar a filha. Segundo a delegada Vivian de Andrade Mattos, diante do desespero da mãe foi realizado contato com o Judiciário e o Ministério Público local, além do Judiciário do Rio de Janeiro, com o intuito de ajudá-la.

Após diversas diligências, foi deferido pelo juízo de Itajaí o imediato cumprimento do respectivo mandado. Assim sendo, no final da tarde de quinta-feira (13), a equipe de investigação da DPCAMI, com a delegada e uma oficial de Justiça, cumpriram a ordem judicial, localizando a criança e a entregando à mãe. Ressalta-se que a mãe já estava na cidade há dois dias somente com a roupa do corpo e, portanto, sem condições de permanecer no município por mais tempo.

A delegada explica que “embora o mandado se tratasse da área cível, a Polícia Civil não mediu esforços para ajudar uma mãe em desespero, pois o que interessa é o bem-estar do ser humano, independentemente de distribuição de competências e atribuições”, destacou a policial.