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Policiais civis da Central de Investigações do Continente (Cicon) prenderam em flagrante um homem na tarde desta segunda-feira (20) por receptação de produtos eletrônicos. A ação aconteceu em uma residência no bairro Monte Cristo, na região continental de Florianópolis, após denúncia.

O homem estava na posse de três televisores receptados e de substância entorpecente para uso pessoal. Após as diligências, foi verificado que os objetos haviam sido furtados na madrugada, em um comércio, em São José. O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia para a lavratura dos procedimentos cabíveis.

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Mais um envolvido no assalto ao Aeroporto Quero Quero, em março de 2019, em Blumenau, está preso. O homem foi capturado na sexta-feira (17) em Itanhaém, litoral de São Paulo, por policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de SP a partir de informações da Polícia Civil de Santa Catarina.

O homem estava sendo monitorado e foi preso em uma pastelaria próximo a sua casa, na cidade litorânea. Ele tem mandado de prisão pela Justiça de Santa Catarina, conforme o delegado da DEIC, Anselmo Cruz.

Segundo a PC de SP, a prisão foi possível em razão da integração e compartilhamento de informações entre as polícias de SP e de SC. Agora, já são seis homens presos pelo assalto ao aeroporto em Blumenau.

Também participaram dos trabalhos policiais civis da Delegacia Seccional de Polícia de Itanhaém (Deinter 6), do Serviço Aerotático - SAT e da Divisão Antissequestro (DOPE) da PC de SP.

Em SP, a Polícia Civil daquele Estado afirma que o homem preso também é suspeito de participar do roubo de 760 kg de ouro no aeroporto de Guarulhos, em julho de 2019.

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A Polícia Civil de Cunha Porã, no Extremo-Oeste, concluiu a primeira fase da investigação que apurou a vendas de exames toxicológicos fraudados. Trata-se da Operação Falso Negativo realizada em 2019. Segundo o delegado João Luiz Miotto, nesta primeira etapa 14 pessoas foram indiciadas por crime de falsidade ideológica.

A investigação também identificou dezenas de motoristas que tiveram o resultado dos exames toxicológicos aprovados pelo laboratório investigado, o qual encaminhava material biológico de terceiros para análise e falsificava a assinatura do interessado que sequer comparecia ao laboratório. Também foram identificadas duas pessoas que cederam material biológico para realização de exames toxicológicos de terceiros e pessoas que captavam clientes para o laboratório recebendo uma parte do valor pago pelos interessados que variava de R$ 500 a R$ 1.000.

Por meio de técnicas especiais de investigação, a Polícia Civil conseguiu desmantelar um esquema criminoso de venda de exames toxicológicos fraudados que eram feitos por um laboratório de Cunha Porã e tinha como principais clientes caminhoneiros - com base na Lei 13.103/2015, conhecida como “Lei do Motorista”, necessitam realizar exame toxicológico com ampla “janela” (lapso temporal) de detecção.

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Dentre as pessoas que conseguiram fraudar os exames toxicológicos e renovar a CNH estão um motorista que conseguiu a habilitação para conduzir veículo de transporte escolar e outro preso por uso de crack, os quais continuam a trafegar pelas estradas brasileiras sob efeito de drogas e medicamentos proibidos (rebite), colocando em risco a vida de outros usuários da via pública.

A Polícia Civil também representou pela cassação da habilitação dos caminhoneiros que conseguiram a CNH com uso de documento ideologicamente falso. Agora, eles deverão passar por novo processo de habilitação, além de responder pelo crime de falsidade ideológica. Ao todo foram indiciadas 14 pessoas por falsidade ideológica – muitos acabaram confessando o crime diante do amplo material probatório produzido, inclusive o farmacêutico responsável pela coleta fraudulenta teve o registro profissional suspenso junto ao Conselho Regional de Farmácia de Santa Catarina.

O laboratório onde as coletas fraudulentas eram realizadas também foi fechado por determinação judicial e a investigação foi dividida em outro inquérito policial para responsabilizar as pessoas identificadas como tendo adquirido exame toxicológico fraudado. A Polícia Civil acredita que existam outros laboratórios no Brasil que façam exames toxicológicos falsificados, pois como a fraude é cometida no momento da coleta do material biológico e não há um controle do laboratório que realiza a análise, a simples substituição do material no momento do envio é suficiente para a manipulação do resultado.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Campo Belo do Sul, na Serra, cumpriu no último sábado (18) mandado de prisão contra um homem de 25 anos suspeito de crimes de latrocínio, roubo e furto. O homem é foragido do sistema prisional do Paraná e vinha sendo monitorado desde o início do ano pela equipe de investigação de DPCo de Campo Belo do Sul. Ele tinha contra si quatro ordens de prisão expedidas pelas comarcas de Pinhão e Palmas, no Paraná.

O suspeito foi recapturado na rodovia SC 390, no acesso à Barra do Imigrante em Campo Belo do Sul, quando se preparava para fugir. De acordo com o delegado Raphael Quagliato Bellinati, o homem preso era procurado por ter praticado três roubos, dois latrocínios (cometidos nos últimos 60 dias) além de uma série de furtos.

O último crime praticado pelo foragido, antes de sua chegada na região serrana de Santa Catarina, foi um roubo seguido de morte (latrocínio), no Paraná. Na ocasião ele matou a pedradas e a pauladas na cabeça um taxista. Em Campo Belo do Sul, responde criminalmente por cárcere privado, lesão corporal e ameaça. 

Segundo a Polícia Civil do Paraná, o homem preso em Santa Catarina é de alta periculosidade, sendo um dos suspeitos mais perigosos e procurados do centro sul do Paraná, região de Guarapuava.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Palhoça (DPCo), acompanhou na tarde desta sexta-feira (17) a perícia técnica realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) em dois locais de crime ambiental ocorrido no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, no município.

As diligências tiveram início com a requisição de perícia técnica feita pela DPCo de Palhoça. Entre os principais quesitos a serem apontados estão as possíveis causas do incêndio e a dimensão da área impactada.

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As investigações estão sendo conduzidas pela DPCo de Palhoça, que instaurou inquérito policial para apurar a materialidade e autoria do crime ambiental.

A delegada Carolina Quintana Guedes destaca  que informações sobre a origem do incêndio sejam repassadas à Polícia Civil para auxiliar nas investigações. “Qualquer informação pode ser repassada ao disque denúncia, no número 181”, diz a delegada.

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As diligências prosseguirão nos próximos dias com o objetivo de averiguar se o incêndio foi causado de modo proposital ou acidental, bem como seus autores, os quais serão indiciados ao final.