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A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia da Comarca de Barra Velha, esclareceu o homicídio ocorrido em um bar, na noite de sexta feira (14). O crime ocorreu por volta das 21 horas e foi elucidado em menos de duas horas depois com a prisão do autor. O motivo teria sido um desentendimento banal (dívida financeira).

O autor, de 40 anos, desferiu várias facadas após discutir com a vítima, de 50 anos, e atingiu também um outro homem, de 31 anos, que tentou separar a briga. Ele fugiu do local. As polícias Civil e Militar iniciaram as buscas e localizaram o envolvido e a faca usada no assassinato. A arma foi apreendida.]

O trabalho conjunto das polícias Civil e Militar foi essencial para localizar o autor do crime de homicídio e tentativa de homicídio. Após a prisão em flagrante delito, o homem foi encaminhado à Unidade Prisional local e permanece à disposição da Justiça.

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Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar resultou em uma prisão em flagrante por tentativa de homicídio, em Santa Cecília. Foi em um bar, na noite de domingo (16), às 23h.

A vítima recebeu golpes, teve cortes profundos e graves ferimentos, só não falecendo em virtude do rápido atendimento do Corpo de Bombeiros e do serviço médico de emergência. O autor dos golpes foi preso, na sequência, escondido na casa de um familiar no Bairro Marciliano Fernandes. O preso foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado tentado.

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A Operação Luz na Infância 6 realizada pela Polícia Civil nesta terça-feira (18) cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em Santa Catarina. A ação faz parte de uma força-tarefa nacional de combate aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes na internet. Houve nove prisões no Estado.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Florianópolis (04), São José (01), Joinville (03), Blumenau (01), Criciúma (02), Lages (01), Itapiranga (01), Imbituba (01) e Balneário Camboriú (02). O Instituto Geral de Perícias (IGP) também participou da ação ao lado dos policiais civis nos endereços dos alvos, onde os peritos realizaram a perícia nos equipamentos informáticos.

Já as prisões em flagrante foram em Florianópolis (02), Joinville (01), Criciúma (02), Blumenau (01), Balneário Camboriú (01), Itapiranga (01) e Lages (01). Em Criciúma, um dos alvos também tinha mandado de prisão ativo por outra investigação.

O presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial e Delegado Geral da Polícia Civil, Paulo Koerich, acompanhou a Operação em Brasília, da sala do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em Florianópolis, foi realizada pela manhã uma entrevista coletiva. A Operação se encerrou ainda pela manhã.

“A Polícia Civil de Santa Catarina reforça o seu importante papel no combate a este tipo de crime realizando mais uma operação Luz na Infância no Estado, que resultou em nove prisões em flagrante. As investigações prosseguirão”, afirmou a Delegada Geral Adjunta, Ester Coelho, salientando ainda o serviço do disque denúncia (181 ou WhatsApp 48-98844-0011) da instituição.

O delegado da 6ª Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso da Capital (DPCAMI), Gustavo Kremer, destacou o trabalho de investigação e monitoramento virtual feito pela Polícia Civil de SC, em tecnologia idêntica aos meios de apuração das polícias referências pelo mundo. “A Polícia Civil está atenta a este crime virtual e com as nossas ferramentas de investigação chegamos aos alvos”, ressaltou.

Os mandados de busca e apreensão cumpridos no Estado foram identificados pela Polícia Civil com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais com indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva.

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A Operação Luz na Infância 6 conta com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília (US Immigration and Customs Enforcement-ICE), oferecendo cursos, compartilhamento de boas práticas e capacitações que subsidiaram as cinco fases da operação. 

No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Participaram da entrevista coletiva em Florianópolis a Delegada Geral-Adjunta, Ester Coelho, o diretor de Inteligência, delegado Alfeu Orben e o delegado da 6ª DP/DPCAMI da Capital, Gustavo Kremer, o diretor do Instituto de Criminalistica do Instituto Geral de Perícias (IGP), Thiago Petry e o perito Wilson Leite.

WhatsApp Image 2020 02 18 at 07.01.54(Foto acima: sala do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, CICCN, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília).

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A Polícia Civil de Santa Catarina realiza, nesta terça-feira (18), a Operação Luz na Infância 6, que cumpre 16 mandados de busca e apreensão no Estado. A força-tarefa nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MSP) envolve polícias civis de 12 Estados. Além do mais, agentes de aplicação da lei da Colômbia, Estados Unidos, Paraguai e Panamá estão cumprindo, simultaneamente, mandados de busca e apreensão.

Nesta 6ª fase estão sendo cumpridos, no Brasil e em quatro países, 112 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes.

Desde as primeiras horas da manhã, as equipes procuram suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Mais informações serão divulgadas ao longo do dia.

Os mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos no Estado foram identificados pela Polícia Civil com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais com indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva.

A Operação Luz na Infância 6 conta com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília (US Immigration and Customs Enforcement-ICE), oferecendo cursos, compartilhamento de boas práticas e capacitações que subsidiaram as cinco fases da operação. 

No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

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HISTÓRICO

A Operação Luz na Infância está na sua sexta fase. Os resultados das anteriores foram os seguintes: 

Luz na Infância 1 - 20 de outubro de 2017. Foram cumpridos 157 mandados de busca e apreensão de computadores e arquivos digitais. Foram presas 108 pessoas.

Luz na Infância 2 - 17 de maio de 2018. As Polícias Civis dos Estados cumpriram 579 mandados de busca, resultando na prisão de 251 pessoas.

Luz na Infância 3 - 22 de novembro de 2018. Operação deflagrada no Brasil e na Argentina com o cumprimento de 110 mandados de busca, resultando na prisão de 46 pessoas.

Luz na Infância 4 – 28 de março de 2019. Operação deflagrada em 26 estados e no Distrito Federal resultou no cumprimento de 266 mandados e 141 pessoas presas.

Luz na Infância 5 – 04 de setembro de 2019. Operação deflagrada em 14 estados e no Distrito Federal, além Estados Unidos, Equador, El Salvador, Panamá, Paraguai e Chile. A ação resultou no cumprimento de 105 mandados e 51 pessoas presas.

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Nesta segunda-feira (17) à tarde, a Divisão de Investigação Criminal (DIC) deflagrou uma operação visando obter elementos de prova e afastar servidores suspeitos de envolvimento em fraudes à fila de espera do Sistema Único de Saúde, prática conhecida como “Fura-fila do SUS”, em São Bento do Sul. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de afastamentos de servidores.

De acordo com o delegado Gustavo Muniz Siqueira, a investigação começou há mais de um ano a partir de informações recebidas pela unidade de que servidores e apadrinhados estariam supostamente sendo beneficiados indevidamente com alterações de prioridade na fila de espera do sistema único, fazendo com que estas pessoas passassem por exames e procedimentos médicos em casos que não demandavam urgência/emergência. As autorizações indevidas contrariavam, inclusive, pareceres do próprio médico autorizador, responsável técnico pela análise e triagem dos casos.

Durante a investigação, atendendo a representação feita pelo delegado coordenador da DIC, o Judiciário expediu três mandados de busca e apreensão, cumpridos na Secretaria de Saúde do município e em duas clínicas particulares, também em São Bento do Sul. O objetivo das buscas foi o de localizar e apreender documentos sobre os fatos investigados. As clínicas e seus proprietários não possuem envolvimento com os delitos investigados.

Conforme o delegado, foram afastados três servidores da Secretaria Municipal da Saúde em medida cautelar determinada pela Justiça, que também determinou a proibição de contato entre os envolvidos, bem como de frequentarem as instalações da Secretaria de Saúde. O prazo inicial de afastamento dos investigados é de 30 dias, podendo ser prorrogado a requerimento da Polícia Civil ou do Ministério Público.

Algumas testemunhas já foram ouvidas e mais de uma dezena ainda será chamada, entre testemunhas e investigados. Inicialmente, as condutas podem configurar delitos de falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistemas públicos informatizados, cujas penas máximas somadas alcançam 17 anos. A operação contou com apoio de policiais civis da Delegacia de Polícia da Comarca e a participação de duas oficiais de Justiça para dar cumprimento aos afastamentos e demais determinações acima mencionadas.