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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da DRACO/DEIC (Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais), deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) a Operação “Network” para o cumprimento de 83 mandados de prisão temporária e 67 mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa voltada à prática de tráfico de drogas e ao comércio ilegal de armas de fogo. A ação conta com a participação de todas as Diretorias de Polícia.

Durante a investigação foram observadas inúmeras negociações envolvendo o comércio ilegal de armas de fogo, incluindo armamento de grosso calibre, dentre as quais diversos fuzis AK 47.

Ainda, foi constatada a comercialização de grande quantidade de drogas por integrantes dessa organização criminosa. As 150 ordens judiciais expedidas pela Vara Criminal da Região Metropolitana da Capital, após parecer favorável da 39ª Promotoria de Justiça da Capital, estão sendo cumpridas nos Estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, em 11 cidades:

Florianópolis/SC, São José/SC, Biguaçu/SC, Palhoça/SC, Governador Celso Ramos/SC, Canelinha/SC, Criciúma/SC, Itapema/SC, Taió/SC, Pouso Redondo/SC e Novo Hamburgo/RS.

Mais de 300 policiais civis mobilizados

Participam da Operação 330 policiais cvis do Estado de Santa Catarina, dentre os quais todas as equipes da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), com o apoio das Delegacias de Polícia da DPGF (Diretoria da Grande Florianópolis), DPOL (Diretoria do Litoral), DPOI (Diretoria do Interior), DIFRON (Diretoria de Fronteira), SAER (Serviço Aeropolicial Civil), ACADEPOL (Academia da Polícia Civil), DIPC (Diretoria de Inteligência), Canil Central da PC-SC, além do apoio da DRACO/RS.

Prisões e drogas apreendidas

Os policiais civis se reuniram ainda de madrugada na sede da DEIC para o começo da operação e em seguida saíram para cumprir as ordens judiciais. As primeiras informações são de que houve prisões e apreensões de droga, conforme o responsável pelas investigações, delegado Antônio Seixas Joca, titular da DRACO/DEIC. Mais detalhes serão divulgados ao longo do dia.

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Uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Santa Catarina, a Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL) e a Polícia Nacional do Uruguai, resultou na recuperação de dois veículos que haviam sido roubados no Brasil. A ação foi realizada na quarta-feira (24), por meio da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC-SC), na cidade de Montevidéu, no Uruguai.

Após troca de informações entre a DFRV (DEIC) e a Polícia Uruguaia, os veículos foram localizados e recuperados na cidade de Montevidéu. Segundo o delegado Rodrigo Falck Bortolini, a recuperação dos veículos foi possível após a troca de informações entre a DFRV (DEIC) e a Polícia Uruguaia.

Os veículos haviam sido roubados na cidade de Porto Alegre (RS), em 2019. Ambos apresentavam sinais identificadores adulterados e documentação falsa. Os possuidores foram conduzidos a uma unidade da Polícia Nacional uruguaia para a formalização dos procedimentos. Segundo informações do escritório da INTERPOL no Uruguai, os carros recuperados eram destinados ao transporte de substâncias ilícitas entre os dois países.

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Novo Projeto

A Polícia Civil, através da Delegacia de Repressão a Crimes Ambientais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), realizou levantamento em Aurora para apurar irregularidades em indústria de produção de carvão vegetal localizada no município. A ação ocorreu na terça-feira (23).

De acordo com a delegada Beatriz Ribas, a empresa não tinha a licença ambiental legalmente exigida para a atividade que desempenhava. Foram apreendidos no local mil sacos de carvão, além de maquinários e equipamentos. A empresa foi autuada e lavrado procedimento policial contra o proprietário pelas condutas criminais previstas na Lei 9.605/98.

Além disso, será instaurado inquérito policial para apurar a origem da madeira utilizada para a fabricação do carvão (art. 45 da Lei 9.605/98) e verificar se foi apresentado ao IMA (Instituto do Meio Ambiente) laudo, estudo ou relatório ambiental total ou parcialmente falso ou enganoso, inclusive por omissão (art. 69-A da lei 9.605/98), haja vista que os documentos apresentados aos policiais continha descrição e capacidade de produção inferiores aos constatados visualmente.

“A estrutura e a realidade do local demonstravam potencial produtor superior ao declarado ao órgão ambiental. Foi solicitada perícia para as devidas constatações”, ressaltou a delegada.

A Polícia Civil esclarece que tal atividade desempenhada sem as devidas licenças é um grande risco à flora e à saúde pública, uma vez que, sem o controle dos órgãos ambientais, não é possível afirmar a origem da madeira transformada em carvão vegetal. Também não é possível verificar os produtos e os meios utilizados para tal fabricação, podendo gerar grandes níveis de poluição.

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Policiais civis da 6ª Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso da Capital (DCAPMI) cumpriram um mandado de prisão na tarde desta quarta-feira (24) contra um homem no bairro Coqueiros, em Florianópolis.

A ordem judicial é decorrente de sentença definitiva após investigação feita pela 6ª DPCAMI. Segundo o delegado Gustavo Kremer, o homem foi condenado por estupro de vulnerável praticado contra o filho e a enteada.

“Houve a denúncia, investigamos, foi feito depoimento especial das crianças e uma séria de diligências neste caso e agora saiu a condenação pela Justiça que gerou o mandado de prisão”, relatou o delegado.

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC), cumpriu na manhã desta terça-feira (23) um mandado de prisão e recapturou um foragido da Justiça condenado a 16 anos e quatro meses de reclusão por estupro de vulnerável, em Lages.

O homem estava escondido em uma edificação no Bairro Várzea. A sentença foi proferida pelo Justiça da Comarca de Lages. Após, em cumprimento ao mandado de prisão, o preso foi transferido para o Presídio Regional de Lages, onde permanecerá à disposição da Justiça.