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A Polícia Civil está na Efacip (Exposição Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Pinhalzinho) 2019, em Pinhalzinho. A feira começou na quarta-feira e vai até domingo (dia 17).

A Polícia Civil disponibiliza no local registros de Boletins de Ocorrências e realizará também, se necessário, investigação de crimes que eventualmente venham a ser praticados, além da fiscalização de bares e restaurantes. Na noite de quarta-feira (13), uma mulher foi presa em flagrante por fornecer bebida alcoólica à irmã de 14 anos.

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A Polícia Civil prendeu esta semana mais um envolvido no homicídio de um homem de 24 anos, em janeiro deste ano, em Nova Veneza, Sul do Estado. A ação é da Divisão de Investigação Criminal (DIC), de Criciúma.

A vítima teve a morte decretada por uma facção criminosa por ter supostamente dado guarida a um adolescente que praticou um homicídio contra um integrante de um grupo rival. Ela foi encontrada morta no dia 6 de fevereiro, no interior de Nova Veneza.

Segundo o delegado André Milanese, da DIC, sete pessoas são suspeitas de envolvimento no crime cometido de maneira cruel por membros de um grupo criminoso. Dos sete suspeitos, seis tiveram as prisões preventivas decretadas e foram para o sistema prisional. A prisão do sexto envolvido no crime aconteceu em uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal na região de Florianópolis. Ele prestou depoimento e foi transferido para o Presídio da Capital.

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A Operação Efeito Dominó da Polícia Civil realizada na manhã desta quinta-feira (14) capturou sete pessoas em uma ação contra o tráfico de drogas, em Garuva, Norte do Estado. Os alvos eram investigados desde junho por policiais civis da Delegacia de Polícia da Comarca (DPCO) de Garuva.

Foram mobilizados 40 policiais civis, que cumpriram sete mandados de prisão e nove mandados de busca e apreensão. Conforme o delegado Franklin Firmeza, responsável pela operação, as prisões foram em Garuva (04) e em Joinville (03) – são cinco prisões preventivas e duas temporárias. O bando atuava em Garuva a partir de fornecedores de cocaína e maconha de Joinville.

“Trata-se de uma associação criminosa que agia em Garuva com comparsas e fornecedores de Joinville. Acreditamos que com as prisões vamos diminuir consideravelmente o crime em Garuva”, afirma o delegado. Uma arma foi apreendida na operação (revólver calibre38), que havia sido furtado de uma empresa de valores do Paraná. Houve apoio de policiais civis de Joinville.

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O volume de registro virtual de Boletins de Ocorrências este ano em Santa Catarina deve ultrapassar a 200 mil. Florianópolis e Joinville estão no topo das estatísticas. A Delegacia Virtual é uma ferramenta que vem se popularizando a cada dia. A ideia, que surgiu em 2002, já é uma grande ferramenta para o combate ao crime. Segundo o delegado Alfeu Orben, diretor de Inteligência da Polícia Civil, “a preocupação primordial é servir e proteger o cidadão”.

Atualmente a delegacia virtual trabalha com o registro de 12 tipos de queixas. A intenção é alcançar a 60 já no ano que vem. Pela ordem de maior procura constam: 1º A perda de documentos, 2º acidentes de trânsito (que detém 50 % do volume total de ocorrências), 3º recuperação de documentos e ou objetos, 4º furto e roubo, 5º ameaça, calúnia, injúria e difamação, 6º Denúncia Anônima, 7º Maus tratos contra animais e em 8º lugar, danos causados por fenômenos.

O acesso é possível através do site da Polícia Civil (www.pc.sc.gov.br) e pode ser feito através do computador, notebook, tablete ou smartphone. Para fazer o B.O. virtual, o cidadão pode abrir aba da Delegacia Virtual e, de acordo com o tipo de denúncia, efetuar o registro. Os Boletins de Ocorrências são imediatamente distribuídos para a delegacia diretamente relacionada ao fato, onde os policiais farão a conferência e homologação da queixa, dando o mesmo andamento dos registros efetuados presencialmente.

A Polícia Civil também estuda a possibilidade de implantar totens em várias cidades do Estado, principalmente em locais de grande circulação de público, com o objetivo de facilitar a publicação do B.O. na Delegacia Virtual. Atualmente existem alguns totens em testes na cidade de Joinville, sendo um no Shopping Mueller, outro em uma subprefeitura. Até o final do ano Florianópolis também vai dispor desse serviço. (Com informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública)

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A Polícia Civil prendeu sete pessoas na Operação M.O. Itinerante contra uma organização criminosa especializada em furto de veículos e extorsão às vítimas. A ação é da Setor de Investigação e Capturas (SIC) da Delegacia de Polícia da Comarca de Palhoça e foi desencadeada pela manhã desta quinta-feira (14) em Joinville e litoral Norte.

Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão. Além dos presos em Joinville, houve prisões em São Francisco do Sul (01) e em Itajaí (01), no Presídio local.

Segundo o delegado Arthur Lopes, da DP de Palhoça, a investigação começou após uma série de furtos de veículos, durante o período noturno, de dentro de revendedoras de automóveis em Palhoça. “Após os levantamentos iniciais foi apurado que poucas horas após a subtração do carro a vítima passava a sofrer graves ameaças por telefone. Utilizando-se disso, os criminosos exigiam o pagamento de resgate”, afirma o delegado.

Joinville era a base da organização criminosa. Os integrantes do bando responsáveis pela operacionalização dos furtos viajavam até as cidades em que ficavam as revendedoras de veículos escolhidas. Foram apurados sete furtos – todos da marca Hyundai,o que chamou a atenção dos investigadores. Cinco veículos foram levados de estabelecimentos comerciais de revenda automotiva localizada em Palhoça, um em Florianópolis e um em Balneário Camboriú.

Conforme o delegado, os furtos eram seguidos de extorsão das vítimas por outros integrantes da organização, responsáveis por essa logística, os quais cobravam o pagamento de valores para a devolução dos carros, sob a constante ameaça de terem as lojas incendiadas, e, até, de crianças da família serem atacadas. Depois que recebiam o resgate, os criminosos atuavam na ocultação de recursos ilícitos, usando-se de laranjas para dificultar o rastreamento e a identificação dos demais integrantes. Os valores investigados foram sequestrados por meio de bloqueio das contas bancárias pela Justiça.

A investigação da Polícia Civil começou há cinco meses. Houve auxílio das Divisões de Investigação Criminal - DIC de Palhoça e Joinville, da Central de Plantão Policial - CPP de Joinville. Também foram recebidas importantes informações da inteligência da Polícia Rodoviária Federal e do 16° Batalhão da Polícia Militar.

Na operação desta quinta-feira participaram 43 policiais civis com o apoio da DIC de Palhoça; DIC de Joinville; Delegacia de Homicídios - DH de Joinville; 3a DP de Joinville; DPCO de Araquari; DPCO de São Francisco do Sul; DIC de Jaraguá do Sul; DPCO e DIC de São Bento do Sul e Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais - CORE. Os presos foram encaminhados ao sistema prisional de Joinville.

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