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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Pinhalzinho, instaurou Inquérito Policial nesta segunda-feira (04) para apurar suposto crime de racismo praticado por meio das redes sociais. O delito teria acontecido na semana passada, na madrugada de 27 de outubro, quando três pessoas – dois adultos e uma adolescente –, por meio de publicação em rede social, teriam gravado vídeo com conteúdo racista.
Em se confirmando a prática delitiva, os adultos estão sujeitos às penas dos crimes de racismo qualificado e de corrupção de menores. A conduta da adolescente será apurada em procedimento próprio.

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A Polícia Civil, através da Central de Investigação do Norte da Ilha (CINI), com o apoio de policiais da 8ª e 7ª DPs, cumpriu um mandado de prisão contra um homem de 51 anos, de Porto Alegre (RS), foragido da Justiça do Rio Grande do Sul. Ele tem condenação de 81 anos de prisão por estupro de vulnerável e estupro. A ordem de prisão foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Canoas (RS).
A prisão aconteceu no Sítio do Capivari, no Norte da Ilha, em Florianópolis, na sexta-feira (2). Segundo o delegado Danilo Brilhante, da CINI, o homem levava uma vida pacata no Norte da Ilha. Em sua ficha criminal constam dois registros – um por ameaça à mulher e um Termo Circunstanciado por infração de trânsito. Segundo o delegado Danilo Brilhante, da CINI, o foragido está no Presídio da Capital, onde aguarda transferência para o Rio Grande do Sul.

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A Polícia Civil de Joinville, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC), em conjunto com a Polícia Militar (Companhia de Policiamento Tático-Joinville), realizou na manhã desta segunda-feira (4) a prisão de um homem apontado como integrante de uma organização criminosa com atuação em Joinville. Após investigações realizadas pela DEIC, foi representada pela prisão preventiva do investigado, porém, na época ele não foi capturado.

 Após trabalho conjunto realizado entre as duas instituições, foi possível identificar o local onde o homem estaria se escondendo e onde efetivamente foi localizado e preso. O homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Joinville.

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A Polícia Civil realizou na manhã desta segunda-feira (04) a Operação Hooligan em Florianópolis para coibir atos de violência e vandalismo por integrantes de torcidas organizadas. A ação é do Setor de Investigação e Capturas do Complexo do Continente e da Central de Investigação do Leste e Sul (CILS), em conjunto com o 22º Batalhão da Polícia Militar.

De acordo com o delegado André Marafiga, do Complexo do Continente, participaram cerca de 50 policiais civis e militares, os quais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão em residências de associados e nas sedes sociais das torcidas organizadas Gaviões Alvinegros e Mancha Azul.

Na sede da Gaviões Alvinegros, no Continente, foi apreendida uma pistola Taurus 838, calibre .380 ACP, além de dois carregadores cheios. O responsável pelo local foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Foram apreendidos celulares e computadores, que serão analisados para a continuidade das investigações, e uniformes das torcidas. Houve apoio também da DPCAMI da Capital, DPCAMI São José, DIC São José, 3ª DP de São José, 2ª DP da Capital, 5ª DP Capital, 10ª DP da Capital, CINI e DRE/DEIC.

“Esta operação tem um importante papel preventivo para coibir a violência nos estádios e arredores e foi baseada no histórico de violência investigado e também com as informações da Polícia Militar”, destacou a diretora de Polícia da Grande Florianópolis, delegada Eliane Chaves.

São dois inquéritos policiais em andamento. Um deles foi solicitado pelo Ministério Público de SC, que também atua em conjunto. São mais de 20 torcedores suspeitos das duas torcidas que são investigados pelos crimes de dano ao patrimônio público, rixa, associação criminosa e lesão corporal contra um policial militar atingido com uma marreta.

Segundo o delegado Ronaldo Moretto, da CILS, alguns torcedores tiveram medidas cautelares determinadas pela Justiça e não poderão comparecer em jogos dos times, tendo que se apresentar uma hora antes das partidas em local determinado, de onde sairão apenas uma hora depois do término do jogo.

“As agremiações de futebol, tanto Avaí quanto Figueirense, não possuem relação nenhuma com essa violência. A torcida que vai ao estádio vai para torcer, leva seus familiares e é isso que nós queremos. Identificamos as pessoas que estão cometendo crimes, que fazem o uso do futebol para cometer os seus delitos e esses sim serão responsabilizados”, assinalou o delegado Moretto.

O objetivo das polícias é garantir ao torcedor que vai a campo para torcer e tirar esses maus elementos que simplesmente vão lá para fazer tumulto, provocar baderna e denegrir a imagem do futebol catarinense”, ressaltou o tenente-coronel Sandro Cardoso da Costa, comandante do 22º Batalhão da Polícia Militar.

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04.11.2019 Latrocinio em Joinville

A Polícia Civil de Joinville, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC), apreendeu na manhã desta segunda-feira (4) os dois adolescentes – um de 15 e o outro de 17 anos - responsáveis pelo latrocínio (roubo seguido de morte) de um motorista de aplicativo de transporte de passageiros. O crime ocorreu no dia 23 de outubro do corrente ano, às 22 horas, no Bairro Paranaguamirim, em Joinville.

Após o trabalho de investigação realizada pela DIC, descobriu-se que o ato infracional foi praticado pelos dois adolescentes integrantes de uma organização criminosa que atua nesta Comarca. A perícia apurou que os adolescentes dispararam quatro vezes contra a vítima. Os mandados de busca e apreensão e também de internação provisória foram cumpridos na manhã desta segunda-feira. Durante as buscas foi apreendido um automóvel com registro de roubo que estava com um dos adolescentes apreendido.

“Os adolescentes confessaram a prática do ato infracional e admitiram ter matado a vítima”, disse o delegado Murilo Batalha, da DIC. Ele também destacou a agilidade no esclarecimento do crime e agradeceu o apoio incondicional do Ministério Público e do Judiciário da Comarca de Joinville.