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Nesta terça-feira (03), a Polícia Civil realizou a Operação “Órion” para apurar o crime de extorsão qualificada pela restrição da liberdade da vítima, que teria ocorrido no dia 28 de julho deste ano, em Laguna, no Sul de Santa Catarina. A ação é da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Laguna, que investigou o caso e identificou o suspeito do crime de extorsão.

Foram apreendidos na residência do investigado três tipos de armas de fogo, sendo uma pistola calibre .380, uma espingarda calibre 12 gauge e uma carabina com luneta acoplada, munições dos mais variados calibres, além de aparelhos eletrônicos que serão analisados. O investigado não estava no local no momento da ação policial. As investigações prosseguem e serão finalizadas em 30 dias.

Sobre o crime investigado, a pretexto de indicar um possível apartamento próximo à Praia do Gi, o suspeito teria colocado a mão dentro de uma mala preta, demonstrando estar armado, e exigir que a vítima depositasse cerca de R$ 1 milhão em sua conta.

O homem se dizia integrante de uma organização criminosa de São Paulo e afirmava que se a vítima não depositasse os valores seria morta. A vítima, em um momento de descuido do autor, conseguiu abrir a porta de seu veículo e fugir.

 

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A Polícia Civil realizou uma operação e prendeu quatro pessoas, apreendeu três armas de fogo e munições, em Irati e São Lourenço do Oeste, no Extremo-Oeste de Santa Catarina.

A investigação é da Delegacia de Polícia de Comarca de Fronteira (DPCo-Fron) de Quilombo. Deflagrada na segunda-feira (02), a ação teve origem a partir de inquérito policial para apurar um crime de tentativa de homicídio ocorrido na Linha Jacutinga, zona rural de Irati. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e realizadas quatro buscas domiciliares.

Durante as buscas foram apreendidas três armas de fogo, sendo duas espingardas e um revólver com numeração raspada, todos do calibre .32, e 18 munições. Também foram lavrados três autos de prisão em flagrante.

As prisões e as buscas domiciliares foram efetuadas nas Linhas Jacutinga e Laranjal, interior de Irati, e Linha Santos Dumont, no interior de São Lourenço do Oeste. Os presos foram encaminhados para o Presídio Regional de Chapecó.

Participaram da operação policiais civis das comarcas de Quilombo (DPCo-Fron) e de São Lourenço do Oeste (DIC e DPCAMI), além de policiais participantes da Operação “Hórus” e policiais dos Núcleos de Operações com Cães (NOCs/PCSC) de São Lourenço do Oeste, Canoinhas e Florianópolis.

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Geralmente, a vítima fez algum tipo de anúncio para a venda de um determinado bem ou objeto em sites de compras pela internet ou através de redes sociais.

Após a negociação, o golpista simula o depósito do valor acertado inserindo um envelope vazio no caixa eletrônico (ou na lotérica).

O golpista então encaminha uma fotografia do comprovante de depósito e a vítima confirma o recebimento em consulta à sua conta pelo aplicativo do banco. Como a verificação bancária do depósito demora algumas horas ou, às vezes, é feita apenas no próximo dia útil, o valor fica aparecendo como depositado até que se verifique que o depósito não foi satisfeito.

Assim, a vítima efetua a entrega do bem ou objeto (normalmente o golpista manda um motorista de aplicativo para apanhar o objeto no mesmo dia do depósito).


Como prevenir?
Quando realizada uma negociação pela internet aguarde sempre a compensação do depósito bancário. Se possível, aguarde até o próximo dia útil para que haja a confirmação da entrada do dinheiro na conta. Isso vale para qualquer situação.


O golpe do envelope vazio também é aplicado de outras formas:
Geralmente, o golpista se passa por uma suposta autoridade pública ou servidor de algum órgão público. É um golpe bastante comum, por exemplo, na época das eleições. O golpista se passa por suposto servidor da justiça eleitoral ou promotor, requisitando os serviços de “motorista” de alguma instituição ou empresa, sob o pagamento de supostas diárias para a fiscalização de seções eleitorais nos municípios da região.

O depósito dos valores (diárias) é feito de forma antecipada diretamente na conta do “motorista”, e o golpista envia a foto do comprovante. Logo em seguida, o golpista novamente entra em contato alegando que, por equívoco, efetuou o depósito de valor superior e necessita que seja imediatamente restituída a diferença por se tratar de verba pública.

Ocorre que a vítima confirma o recebimento em consulta à sua conta pelo aplicativo do banco. Como a verificação bancária do depósito demora algumas horas ou, às vezes, é feita apenas no próximo dia útil, o valor fica aparecendo como depositado até que se verifique que o depósito não foi satisfeito. Assim, a vítima acreditando se tratar de uma situação real, efetua a transferência do valor recebido a mais.


Obs: Nenhum servidor público, de qualquer órgão que seja, requisitará serviços de “motorista” por telefone mediante pagamento de diárias antecipadas.

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Na manhã desta terça-feira (03), a Delegacia Geral da Polícia Civil de Santa Catarina recebeu em Florianópolis o prefeito de São Lourenço do Oeste, Rafael Caleffi, e integrantes do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste de Santa Catarina (CIS-AMOSC).

A audiência tratou de parcerias relacionadas ao Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAERFron/PCSC) da Polícia Civil de SC e o SARA (Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico) que atuam na região.

Os integrantes da comitiva foram recebidos pelo Delegado Geral Paulo Koerich e o Diretor de Administração e Finanças da PCSC, Delegado de Polícia Valério Alves de Brito. Também participaram o presidente do CIS-AMOSC, Névio Antonio Mortari; a secretária executiva do CIS-AMOSC, Geisa Muller de Oliveira; o advogado do CIS-AMOSC, Dhonatan Renan Pommerening; a diretora do CIS-AMOSC, Camila Scopel e o chefe de gabinete do deputado estadual Valdir Cobalchini, João Paixão.

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A Polícia Civil de Santa Catarina capturou um homem foragido da Justiça do Mato Grosso por estupro de vulnerável naquele Estado. A prisão ocorreu em Rancho Queimado, na tarde de segunda-feira (02).

O homem tinha mandado de prisão decretado e foi encontrado por policiais civis da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Palhoça. Ele tem 32 anos e é natural de Pimenta Bueno (Rondônia). A prisão aconteceu em via pública, na localidade de Invernadinha, interior do município de Rancho Queimado.

O mandado de prisão preventiva havia sido expedido no dia 02/07/2021 pela Vara Única da Comarca de Cotriguaçu (Mato Grosso), em virtude de delito praticado na cidade de Juruena, naquele Estado. O homem foi encaminhado para o Presídio Masculino de Florianópolis.