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POLICIA CIVIL COLETE TRÁS

A Polícia Civil cumpriu a prisão preventiva de um homem expedida pela Justiça por feminicídio. Foi na segunda-feira (23), em Joinville.

O crime ocorreu no dia 22/11/2020, no bairro Vila Nova.

A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia de Homicídios (DH). Segundo o Delegado de Polícia Dirceu Silveira Júnior, a Polícia Civil representou pela prisão do investigado junto à Vara do Tribunal do Júri, que foi decretada e cumprida. O inquérito policial segue em andamento para as diligências restantes.

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A Polícia Civil prendeu um homem de 43 anos em flagrante por extorsão. Foi na segunda-feira (23), no bairro Paranaguamirim, em Joinville.

A prisão foi realizada pela Delegacia de Polícia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI).

Os policias civis atenderam a vítima que relatou que um homem estaria exigindo dinheiro para não divulgar suas fotos íntimas. Desta forma, os policiais acompanharam a vítima e conseguiram abordar o investigado no momento do pagamento da quantia exigida. A Polícia Militar foi acionada, em virtude da resistência do homem. Contra o homem havia mandado de prisão expedido pela 3ª Vara Criminal de Joinville.

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No sábado (21), a Polícia Civil participou de uma mobilização conjunta do programa Conecta, na cabeceira da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis.

O objetivo foi captar familiares de pessoas desaparecidas. Pela Polícia Civil, estiveram no local policiais civis da Delegacia de Pessoas Desaparecidas. O evento foi organizado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

No Dia “D”, foram oferecidos os seguintes serviços: coleta de materiais e informações necessárias para posterior confecção de imagem, com a finalidade de representar a progressão de idade da pessoa desaparecida; entrevista antropológica; coleta de material biológicos dos familiares; cadastro de desaparecidos e rede de apoio aos familiares.

Programa Conecta

O programa tem como objetivo a captação de familiares de pessoas desaparecidas para coleta de material biológico e inserção dos seus perfis genéticos no Banco Estadual de Perfis Genéticos de Santa Catarina (BPG/SC), em paralelo à criação de um banco unificado contendo os dados biométricos, antropológicos e odontolegais dos desaparecidos.

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A Polícia Civil realizou a 2ª fase da Operação “Língua Solta”, em Içara, no Sul do Estado, e cumpriu cinco mandados de prisão preventiva e outros sete mandados de busca e apreensão. Foi na sexta-feira (20). A ação teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região. Na primeira fase a Polícia Civil apreende três toneladas de maconha.

Nesta 2ª fase o objetivo era a prisão das principais lideranças do tráfico de drogas na cidade e a apreensão de parte do patrimônio dos suspeitos. Em função disto foram apreendidos dois carros de luxo e uma carretinha de som avaliada em mais de R$ 200 mil. Duas pessoas também foram presas por suspeita de envolvimento com o grupo criminoso.

No cumprimento de um dos mandados de busca uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico de drogas. A operação contou com apoio de policiais civis da Delegacia de Polícia de Balneário Rincão, 1ª DP de Criciúma, Delegacia de Polícia de Urussanga e Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma.

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A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação “Bioma” na manhã desta segunda-feira (23) para combater crimes contra a fauna. A ação é da Delegacia de Repressão a Crimes Ambientais (DRCA) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

A operação decorre de investigação sobre grupo criminoso que se dedica ao tráfico de animais silvestres, os quais são retirados indevidamente de seu habitat natural para abastecer e sustentar o comércio ilegal.

Estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisões temporárias expedidos pela Justiça nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, tendo como alvos, em tese, comerciantes irregulares, intermediadores, caçadores, fomentadores do tráfico animal e encarregados de falsificar anilhas e documentação.

As diligências estão ocorrendo simultaneamente em 15 cidades.

Em Santa Catarina, nas cidades de Itajaí, Itapema, Penha, Biguaçu, Antônio Carlos, Tijucas, Balneário Camboriú, Joinville, Timbó, Guabiruba e Blumenau.

No Estado do Rio Grande do Sul em Arroio Grande e Rio Grande.

No Estado de São Paulo em Osasco e em São Paulo.

Até às 14h45min, três pessoas que tiveram prisão decretada haviam sido presas.

O tráfico e o comércio ilegal de animais

Trata-se de um mercado altamente nocivo à fauna brasileira, que movimenta volumosos valores, atrai aqueles que pagam para ter animais e aves raras a qualquer custo, perdendo apenas para a movimentação financeira do tráfico de drogas e de armas.

Animais de várias espécies, principalmente aves, vindos de diversos Estados, além daqueles que são capturados em Santa Catarina, alimentam o mercado ilícito de animais silvestres. São utilizados pelos criminosos documentos e anilhas falsas para dar uma aparência de licitude à atividade comercial.

Além da captura ilegal, dos maus tratos e mortalidade durante o transporte, da comercialização por preços altos, das fraudes contra compradores, o mercado irregular de animais e aves silvestres traz um prejuízo enorme ao meio ambiente, uma vez que a retirada destes animais de seus habitats naturais e sua manutenção em ambiente doméstico gera desequilíbrios aos ecossistemas de origem.

Ainda, são comuns os casos de aquisição e posterior abandono do animal em meio ambiente inadequado, devido à dificuldade no trato e adaptação ao novo meio, gerando um novo problema ambiental e mais sofrimento aos animais.

Apoio e integração

Durante a operação, a Polícia Civil de Santa Catarina teve o apoio da Polícia Civil de São Paulo, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, do Instituto do Meio Ambiente de SC (IMA) e do IBAMA.

Crimes

Os envolvidos poderão responder por crimes de associação criminosa, maus tratos a animais, caça de espécies da fauna silvestre, falsidade documental entre outros delitos.

Denuncie

Denúncias sobre tráfico de animais podem ser feitas por meio do número 181 da Polícia Civil.

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Delegada de Polícia Beatriz Ribas sobre a operação: