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POLICIA CIVIL COLETE TRÁS

Na manhã desta sexta-feira (06), a Polícia Civil e o Ministério Público catarinenses deram início à terceira fase na operação "Et pater filium". Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, além da suspensão das atividades econômicas de empresa, todos requeridos pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC e expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, em razão do foro por prerrogativa de função do principal investigado.

As diligências envolvem a participação de 25 policiais, militares e civis, integrantes do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil em Canoinhas, e estão sendo realizadas nas cidades de Major Vieira e Monte Castelo, ambas no Planalto Norte catarinense.  

As apurações decorrem da atuação conjunta da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC, por intermédio do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com a Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil de Canoinhas.

A expressão em latim - Et pater filium - remete ao fato de estarem associados para o cometimento dos atos de corrupção duas duplas de pai e filho, empresários, de um lado, e funcionários públicos, de outro.

Para possibilitar a efetividade das medidas de investigação, esta fase do processo tramita, por ora, em segredo de justiça.

(Fonte: Assessoria de Comunicação do MPSC)

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(Foto: Divulgação/MPSC)

Deflagrada pelo MPSC e pela Polícia Civil, a operação cumpriu ainda 11 mandados de busca e apreensão. São investigados crimes de organização criminosa voltada para a prática de corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Na manhã desta quinta-feira (13), a Polícia Civil e o Ministério Público catarinenses deram início à segunda fase na operação Et Pater Filium. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, todos requeridos pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC e expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, em razão do foro por prerrogativa de função do principal investigado.

As diligências envolveram a participação de trinta policiais, civis e militares, integrantes da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Canoinhas e do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), e foram realizadas nas cidades de Major Vieira, Papanduva e Monte Castelo, todas no planalto norte catarinense.

Esta segunda etapa da operação, deflagrada apenas 12 dias depois da primeira (31/7), investiga crimes de organização criminosa voltada para a prática de corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

As apurações decorrem da atuação conjunta da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos do MPSC, por intermédio do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com a Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil de Canoinhas.

Para possibilitar a efetividade das medidas de investigação, esta fase do processo tramita, por ora, em segredo de justiça.

A expressão em latim - Et pater filium - remete ao fato de estarem associados para o cometimento dos atos de corrupção duas duplas de pai e filho, empresários, de um lado, e funcionários públicos, de outro. (Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC)

Integração

“É um trabalho de integração muito bem feito com o MPSC. Essa é a intenção da Polícia Civil, não só investigar crimes comuns, mas também os crimes de colarinho branco e um dos objetivos da DIC de Canoinhas é combater a malversação do dinheiro público”, destacou o Delegado de Polícia Marlon Bosse, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Canoinhas, sobre a Operação "Et Pater Filium".

“É a conjunção de esforços de várias instituições que permite que se cheguem a investigações como essas, difíceis, complexas e em cada fase exige muito mais trabalho ali adiante. Quero também ressaltar a importância da participação da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil de Canoinhas, por intermédio do doutor Marlon Bosse, e de toda a sua equipe”, ressaltou o Subprocurador-Geral de Justiça e Coordenador-Geral do GAECO e do GEAC, Fábio de Souza Trajano, na entrevista coletiva sobre a Operação “Et Pater Filium”.

Confira no link abaixo a entrevista coletiva sobre a operação Et Pater Filium:

https://www.youtube.com/watch?v=yp-BJa_YD4U

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Na manhã desta sexta-feira (31), o Ministério Público de SC e a Polícia Civil de Santa Catarina deram início à fase de campo da Operação Et pater filium, que investiga uma possível organização criminosa voltada para a prática de crimes de fraudes a licitações e corrupção no Planalto Norte Catarinense, especialmente no município de Major Vieira. 

A investigação, coordenada pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, foi desenvolvida pelo Grupo Especial Anticorrupção do Ministério Público (GEAC) e pela Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil de Canoinhas (DIC) com o auxílio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e demonstra uma ligação próxima entre empresários e funcionários públicos para direcionar as contratações públicas, a maioria no ramo de construção civil, para empresas parceiras em troca do pagamento de vantagens ilícitas aos agentes públicos, causando danos milionários aos entes públicos.

Foram cumpridos 20 (vinte) mandados de busca e apreensão deferidos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) em três municípios: Major Vieira e Balneário Piçarras, em Santa Catarina, e União da Vitória, no Paraná. No cumprimento das diligências, foram empregados 55 (cinquenta e cinco) policiais, civis e militares, integrantes do GAECO e da Delegacia de Polícia Civil de Canoinhas.

A expressão em latim - Et pater filium - remete ao fato de estarem associados para o cometimento dos atos de corrupção duas duplas de pai e filho, empresários de um lado e funcionários públicos, de outro.

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As polícias Civil e Militar de Canoinhas, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC), deflagraram, na manhã desta terça-feira (28), a operação Erga Omnes em combate às organizações criminosas em Canoinhas, no Planalto Norte. 

Foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, um mandado de prisão preventiva e um mandado de internação de adolescente infrator, além de oito buscas residenciais. Dois suspeitos permanecem foragidos.

Os grupos disputavam território e poder na região. A investigação, que durou três meses, concluiu que a motivação dos crimes foi uma guerra declarada entre facção criminosa catarinense e organização criminosa paulista.

Outras duas pessoas foram presas em flagrante pela prática dos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas e corrupção de menores, além de outro indivíduo que foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. Um adolescente foi detido pela prática de ato infracional semelhante aos crimes de tráfico e associação.

No total, 40 policiais civis e militares da 22ª DRP e 3° BPM de Canoinhas participaram da operação. Segundo o Delegado de Polícia Marlon Bosse, titular da DIC, o nome da operação - Erga Omnes - significa contra a todos, no sentido de que qualquer membro, seja qual for a organização criminosa identificada, será preso e sofrerá a devida punição por seus atos.

A operação contou, ainda, com a participação do Núcleo de Operações com Cães da Polícia Civil – NOC e o Canil da Polícia Militar.

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canoinhas xilindroEm menos de 24 horas, a Polícia Civil efetuou a prisão de oito pessoas condenadas pela Justiça. De acordo com o delegado Marlon Bosse, responsável pela ação, a operação “Xilindró” foi realizada na quinta-feira (14) e sexta-feira (15) com a participação do Setor de Investigações e Capturas (SIC) e da DPCAMI de Canoinhas.

Os mandados de prisão são decorrentes de condenações definitivas da Justiça na Comarca de Canoinhas, sendo quatro deles por roubo majorado, dois por homicídio, um por furto qualificado e um por estupro de vulnerável, cuja pena imposta foi de 20 anos de reclusão em regime fechado.