Conecte-se

FacebookTwitterInstagramYoutube

banner2

Após investigação da Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Fronteira de Chapecó, visando apurar estelionatos e extorsões de uma cartomante em Chapecó e região, o Poder Judiciário condenou a mulher a 21 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão, decorrente de 7 estelionatos e 12 extorsões. Além disso, ela também foi condenada a restituir valores (R$ 321.149,77) às vítimas como forma de reparação pelos danos sofridos.

Quantos aos demais envolvidos, um deles faleceu durante o trâmite do processo e o outro foi absolvido em primeira instância – neste caso, o Ministério Público está recorrendo da decisão. A quarta envolvida foi condenada pelo Judiciário a 4 anos e 8 meses de reclusão, além do pagamento de R$ 221.099,00 às vítimas como forma de reparação da extorsão praticada.

logo sala

Um homem de 38 anos foi autuado em flagrante por três homicídios com arma branca em Chapecó, no sábado (01), em ação da Central de Plantão Policial. As vítimas eram familiares e idosas, com 86 anos, 65 anos e 62 anos.

O homem foi capturado ainda no local do crime, em residência, pela Polícia Militar. A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias realizaram diligências preliminares e periciais no local. Foi apurado que as vítimas foram mortas ainda enquanto dormiam.

Armas brancas utilizadas nos crimes foram apreendidas. A Polícia Civil representou ao Judiciário pela prisão preventiva do homem.

WhatsApp Image 2021 12 28 at 16.25.45

Dois homens, de 21 anos e 23 anos, foram autuados em flagrante por furtos de fiação de linhas de transmissão, em Chapecó, no Oeste. As prisões ocorreram na terça-feira (28).

A dupla foi abordada em flagrante pela Guarda Municipal e encaminhada à Central de Plantão Policial. Além da CPP, a prisão envolveu trabalho de investigação da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Chapecó.

Os dois são suspeitos de diversos crimes contra o patrimônio, no município, especificamente em relação a furtos de fios de transmissão, os quais geram reflexos e prejuízos à população como a interrupção de comunicação telefônica, entre outras situações.

Os presos foram encaminhados ao sistema prisional. A Polícia Civil representou ao Judiciário pela prisão preventiva deles.

COLETE TRÁS

A Polícia Civil indiciou um homem pelo crime de injúria racial, em Cunha Porã, no Oeste. O fato ocorreu no final de novembro. A vítima, um homem de 27 anos, relatou que trabalhava no carregamento de um caminhão, quando foi ofendida pelo proprietário do caminhão, que disse “não se faz mais escravos como antigamente”.

O homem se sentiu ofendido com as ofensas e registrou Boletim de ocorrência na Delegacia da Polícia Civil, que instaurou um inquérito policial. Ficou demonstrado na apuração que o proprietário do caminhão, de 48 anos, ofendeu a vítima chamando-o de escravo.

O homem foi indiciado por injúria qualificada pelo preconceito, cuja pena vai de 1 a 3 anos de reclusão, além de multa, tendo em vista que o Código Penal prevê como crime injuriar alguém utilizando “elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.

O crime em questão apurado é o de injúria racial, que é diferente do crime de racismo. Enquanto no crime de racismo a conduta discriminatória é dirigida a um determinado grupo ou coletividade, recusando ou impedindo acesso a determinados lugares; no crime de injúria racial as palavras depreciativas referente à raça ou cor atingem a honra.

banner4

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Chapecó apreenderam um adolescente de 15 anos, em Chapecó, no Oeste. A apreensão está relacionada a atos infracionais análogos aos crimes de homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa, ocorridos no Rio Grande do Sul.

A ação da Polícia Civil de SC ocorreu na tarde de segunda-feira (27) em apoio à Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul. Policiais do RS contataram os delegados de polícia da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Chapecó e solicitaram auxílio no cumprimento de mandado de apreensão do adolescente.

Apreendido o menor, houve a observância dos procedimentos legais, com informações da medida cautelar à autoridade judiciária, à família do adolescente, ao Conselho Tutelar e demais interessados.