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Em mais uma operação contra o tráfico de drogas em Chapecó, a Polícia Civil efetuou a prisão de quatro pessoas. A ação é da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) e ocorreu na noite de quarta-feira (08).

A investigação se iniciou ainda nesta semana e resultou na identificação de uma residência em Guatambu, local onde estavam sendo preparadas e armazenadas drogas ilícitas (maconha e cocaína).

Assim sendo, na parte da noite, após a prisão de duas pessoas em via pública, já em Chapecó, na posse de cocaína oriunda desta casa, o local foi alvo de operação policial, que resultou na prisão de um casal que estava em seu interior ocultando significativa quantidade de cocaína e de maconha, bem como balanças de precisão e outros apetrechos para o tráfico.

Todos os presos (três homens e uma mulher) foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas e foram encaminhados ao presídio regional de Chapecó.

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Policiais civis da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Chapecó realizaram a operação “Adiós Amigos” para a repressão ao tráfico de drogas na manhã desta quarta-feira (08), em Chapecó. A ação reuniu 25 policiais civis para cumprir seis mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária.

As investigações partiram de uma apreensão de cocaína realizada em junho deste ano e, até o momento, apontaram a participação de pelo menos cinco pessoas em um esquema de tráfico de drogas, com ordens emanadas de dentro do complexo penitenciário de Chapecó. No tocante a três dessas pessoas, foram expedidas ordens de prisāo.

Durante as diligências desta quarta-feira foram apreendidas drogas do tipo maconha e cocaína e apreendidas duas adolescentes por ato infracional análogo ao tráfico de drogas.

Um homem e uma mulher foram presos ainda pela manhā. Outro investigado com determinação de prisão contra si segue sendo procurado pelos policiais.

O investigado considerado chefe do esquema possui antecedentes policiais por diversos roubos e porte de arma de uso restrito, já tendo sido preso na posse de um fuzil e munições em Chapecó. A mulher, por sua vez, já havia sido presa em meados deste ano por tráfico de drogas.

O trabalhou contou com o apoio de Delegacias de Polícia locais, do SAER/PCSC e Núcleo de Operações com Cães (NOC/PCSC) da Polícia Civil e da Guarda Municipal.

Viatura 12y

A Polícia Civil, através da 5ª Delegacia de Polícia Especializada no Combate à Corrupção (DECOR/PCSC), concluiu uma investigação sobre fraudes em procedimentos licitatórios ocorridos em municípios do Oeste de Santa Catarina.

Em abril, foi deflagrada a operação "NL2", ocasião na qual foram cumpridos mandados de busca e apreensão em municípios da região. Após diversas diligências, foram colhidos inúmeros elementos que levaram a Polícia Civil à conclusão da efetiva existência de acordo entre empresas com objetivo de fraudar pregões e compras diretas cujo objeto era na aquisição de nitrogênio líquido.

No decorrer das apurações foi observado que os proprietários das empresas investigadas participavam dos certames simulando disputa de preços, porém, havendo acordo anterior entre os mesmos de quem apresentaria o menor valor ao final. Assim prejudicando tanto outras empresas não participantes da fraude como também a própria administração pública, vez que maculava o caráter competitivo do processo de contratação.

 A investigação, que durou cerca de um ano, foi concluída com 10 indiciamentos e teve como objeto fraudes praticadas nos anos de 2019 e 2020. Os investigados foram indiciados por fraude em procedimento licitatório. Não foram colhidos indícios de eventual participação de agentes públicos na fraude constatada.

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A Polícia Civil se reuniu nesta quinta-feira (02) com dirigentes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (FAESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC).

O encontro ocorreu pela manhã, na sede da FAESC, em Florianópolis. A Polícia Civil esteve representada pelo diretor de Polícia da Fronteira, delegado de polícia Fernando Callfass.

A reunião foi com José Zeferino Pedrozo e Enori Barbieri, presidente e vice-presidente, respectivamente, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (FAESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC).

Foram debatidas questões relacionadas às políticas públicas de segurança para o setor do agronegócio catarinense. O diretor de Fronteira da PCSC também fez uma explanação sobre o planejamento da Polícia Civil de Santa Catarina para a implantação de um modelo eficiente de investigação policial dos crimes contra o agronegócio.

A FAESC é uma das principais entidades do agronegócio catarinense, sendo o seu patrimônio maior os 92 sindicatos rurais ativos filiados que são responsáveis pelas ações de apoio direto aos produtores rurais nos municípios.

A Federação é uma entidade sindical de grau superior e é constituída para fins de coordenação, promoção, defesa e representação dos interesses dos produtores rurais integrantes da categoria econômica rural - Plano CNA.

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Nesta segunda-feira (29), dez policiais civis de Santa Catarina, sendo quatro deles operadores do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER-Fron/PCSC), se formaram no 7° Curso de Unidades Especializadas de Fronteiras, em Chapecó.

A iniciativa foi promovida pela Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (SEGEN) e pela Secretaria de Operações Integradas (SEOPI) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A iniciativa faz parte das ações do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras (V.I.G.I.A).

As aulas, que tiveram uma carga horária de 96 horas, iniciaram no dia 16 de novembro e foram sediadas no Batalhão da Polícia Militar, em Chapecó. O objetivo foi preparar esses profissionais para lidar no ambiente de fronteira.

No total, 42 servidores de segurança pública de 13 estados diferentes participaram do curso. Por sediar o evento, Santa Catarina contou com o maior número de profissionais, participando da formação com 23 servidores, que atuaram na operação “Hórus”.

A capacitação teve como foco a parte prática, como técnicas de defesa pessoal, imobilização, policiamento em embarcações, identificação veicular, fraudes associadas, entre outras disciplinas que estão na rotina do efetivo policial.

Além disso, foram aplicados nas instruções os procedimentos frente a ocorrências fronteiriças, que envolvem direito ambiental, como caça e pesca ilegal, técnicas de fiscalização de desmatamento, além de encaminhamentos no caso de vítimas, apreensão de materiais, aspectos legais e conhecimento de áreas indígenas.

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