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Geralmente, a vítima fez algum tipo de anúncio para a venda de um determinado bem ou objeto em sites de compras pela internet ou através de redes sociais.

Após a negociação, o golpista simula o depósito do valor acertado inserindo um envelope vazio no caixa eletrônico (ou na lotérica).

O golpista então encaminha uma fotografia do comprovante de depósito e a vítima confirma o recebimento em consulta à sua conta pelo aplicativo do banco. Como a verificação bancária do depósito demora algumas horas ou, às vezes, é feita apenas no próximo dia útil, o valor fica aparecendo como depositado até que se verifique que o depósito não foi satisfeito.

Assim, a vítima efetua a entrega do bem ou objeto (normalmente o golpista manda um motorista de aplicativo para apanhar o objeto no mesmo dia do depósito).


Como prevenir?
Quando realizada uma negociação pela internet aguarde sempre a compensação do depósito bancário. Se possível, aguarde até o próximo dia útil para que haja a confirmação da entrada do dinheiro na conta. Isso vale para qualquer situação.


O golpe do envelope vazio também é aplicado de outras formas:
Geralmente, o golpista se passa por uma suposta autoridade pública ou servidor de algum órgão público. É um golpe bastante comum, por exemplo, na época das eleições. O golpista se passa por suposto servidor da justiça eleitoral ou promotor, requisitando os serviços de “motorista” de alguma instituição ou empresa, sob o pagamento de supostas diárias para a fiscalização de seções eleitorais nos municípios da região.

O depósito dos valores (diárias) é feito de forma antecipada diretamente na conta do “motorista”, e o golpista envia a foto do comprovante. Logo em seguida, o golpista novamente entra em contato alegando que, por equívoco, efetuou o depósito de valor superior e necessita que seja imediatamente restituída a diferença por se tratar de verba pública.

Ocorre que a vítima confirma o recebimento em consulta à sua conta pelo aplicativo do banco. Como a verificação bancária do depósito demora algumas horas ou, às vezes, é feita apenas no próximo dia útil, o valor fica aparecendo como depositado até que se verifique que o depósito não foi satisfeito. Assim, a vítima acreditando se tratar de uma situação real, efetua a transferência do valor recebido a mais.


Obs: Nenhum servidor público, de qualquer órgão que seja, requisitará serviços de “motorista” por telefone mediante pagamento de diárias antecipadas.

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Na manhã desta terça-feira (03), a Delegacia Geral da Polícia Civil de Santa Catarina recebeu em Florianópolis o prefeito de São Lourenço do Oeste, Rafael Caleffi, e integrantes do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste de Santa Catarina (CIS-AMOSC).

A audiência tratou de parcerias relacionadas ao Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAERFron/PCSC) da Polícia Civil de SC e o SARA (Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico) que atuam na região.

Os integrantes da comitiva foram recebidos pelo Delegado Geral Paulo Koerich e o Diretor de Administração e Finanças da PCSC, Delegado de Polícia Valério Alves de Brito. Também participaram o presidente do CIS-AMOSC, Névio Antonio Mortari; a secretária executiva do CIS-AMOSC, Geisa Muller de Oliveira; o advogado do CIS-AMOSC, Dhonatan Renan Pommerening; a diretora do CIS-AMOSC, Camila Scopel e o chefe de gabinete do deputado estadual Valdir Cobalchini, João Paixão.

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Agosto Lilás 1

A Polícia Civil de Santa Catarina apoia a campanha “Agosto Lilás”, que visa a conscientizar sobre a importância do combate à violência contra as mulheres.

A campanha foi criada em alusão ao aniversário da Lei Maria da Penha para defender os direitos da mulher em situação de violência.

A Polícia Civil reforça a necessidade das vítimas a qualquer sinal de violência denunciarem por meio dos canais disponíveis: disque 100 e 181, acesso a Delegacia Virtual da Mulher (www.pc.sc.gov.br) e WhatsApp (48) 98844-0011 ou comparecendo a qualquer Delegacia de Polícia Civil do Estado.

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O golpista liga aleatoriamente para as vítimas, geralmente no período noturno.

Independentemente de quem atende o telefone, o golpista logo fala: “oi tio (a), ou oi primo (a), sabe quem está falando?"

Caso a vítima diga um nome, achando ser algum sobrinho ou outro parente distante, já deu ao golpista o que ele queria.

Muitas vezes a vítima fala que não se recorda e então o golpista usa do artifício “nossa, não lembra mais de mim!”, dialogando com a vítima até que seja possível extrair dela um nome de um parente que mora distante.

Com isso, ele forja uma história de que estaria viajando ou chegando próximo à cidade onde a vítima reside, e relata que sofreu algum acidente ou que o carro quebrou. Então o criminoso solicita que a vítima faça uma transferência em dinheiro para determinada conta bancária do mecânico, do guincho ou da borracharia onde o veículo está sendo consertado. Ele promete devolver o dinheiro no dia seguinte quando chegar à cidade da vítima.

Como prevenir?
Não faça transferências ou entregue dinheiro para terceiros;
Desligue o telefone e faça contato com o familiar que você achava estar falando. Caso a pessoa esteja realmente em apuros, você ainda poderá ajudá-la.

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Os golpistas buscam dados de suas vítimas em aplicativos de relacionamento e namoro. O primeiro contato é feito pelo site de relacionamento e depois pelo WhatsApp.

Após iniciar conversas amorosas com fotos de uma pessoa fictícia, surgem as falsas declarações de amor e conversas sobre o desejo de se mudar para o Brasil e assim poder viver perto da vítima.

Na sequência, os golpistas pedem o endereço residencial da vítima e depois afirmam que estão enviando uma caixa (muitas vezes mandam fotos) com joias, numerários e outros itens, que supostamente foram retidos pela Receita Federal. Para retirá-la, a vítima precisa fazer um depósito de um valor, que geralmente varia de R$ 2.500 a R$ 4.000.

Em alguns casos, o golpista afirma que tem um intermediário no envio da tal caixa e pede que todo o depósito ou parte dele seja feito no nome dessa pessoa. Os golpistas fazem ameaças à vítima e a seus familiares caso não efetue o depósito.

Como prevenir?
Nunca compartilhe fotos e vídeos íntimas através de mensagens;

O que fazer?
Se for vítima de extorsão, procure a Delegacia de Polícia mais próxima;
Não deposite o valor solicitado. 

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