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A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu nesta quarta-feira (01) três mandados de busca e apreensão em São Leopoldo (Rio Grande do Sul) para esclarecer o crime de estelionato praticado em face de comunidade rural do interior do Estado de Santa Catarina, nas cidades de Rio do Oeste e Tigrinhos.

A ação é da Delegacia de Defraudações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC), com o apoio do Centro de Apoio Operacional de Combate aos Crimes contra o Agronegócio (CAOAGRO/PCSC) da Polícia Civil de SC e da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

Na investigação, foi apurado que os investigados, enquanto estavam recolhidos no Presídio de Ijuí (RS), faziam contato com as prefeituras e representantes de comunidades rurais, se passando pela Secretaria de Agricultura do Estado de Santa Catarina, solicitando a quantia de R$ 2 mil para a prestação de serviço de perfuração dos poços artesianos no interior dos municípios.

Com o cumprimento das medidas cautelares nesta quarta-feira, foi possível determinar a autoria dos fatos. O inquérito policial será concluído nos próximos dias e remetido à Justiça.

Prisão preventiva de um dos investigados

Na tarde desta quarta-feira (1), dando continuidade à operação, a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra o investigado suspeito de ser o responsável pela parte financeira do golpe praticado em face da comunidade rural do interior de Santa Catarina. O homem foi preso em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, o investigado, além de confirmar que era responsável por receber os valores oriundos do Estado de Santa Catarina, confirmou a identidade do autor responsável por entrar em contato com as prefeituras e comunidades aplicando o golpe.

Após as formalidades legais, o preso foi encaminhado ao sistema penitenciário do Estado do Rio Grande do Sul, onde permanece à disposição da Justiça. 

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A Polícia Civil de Santa Catarina alerta a população sobre os recorrentes registros de ocorrência em que as pessoas recebem ofertas falsas de emprego. Geralmente, a pessoa recebe uma mensagem em seu celular ou mesmo nas redes sociais informando que ela pode ganhar entre R$ 500,00 a R$ 5.000,00 trabalhando em casa.

Para isso, é exigido que ela faça alguns PIXs e é prometido que dinheiro será restituído forma integral e com 100% de lucro, posteriormente.

Logo em seguida, são solicitados depósitos cada vez maiores. Após a realização dos depósitos, os golpistas param de responder e não restituem os valores à vítima.
Outra forma semelhante de golpe são os casos de aquisição de produtos para revenda garantida. Nesses casos, a vítima adquire um produto, via PIX, o qual não é entregue. Mesmo assim, o golpista garante que irá devolver o valor e que a vítima ganhará comissão de 100% sobre o valor.

Em alguns casos, as primeiras vendas são realizadas e a vítima recebe o valor com a comissão. Contudo, logo em seguida, são realizadas vendas de valores maiores, os quais não são restituídos às vítimas.

Na Delegacia de Polícia da Comarca de Xanxerê, por exemplo, foram registrados boletins de ocorrências em que as vítimas tiveram prejuízos de R$ 15.000,00 a R$ 30.000,00.

A Polícia Civil alerta às pessoas que não aceitem empregos com propostas de ganhos fáceis e, principalmente, não façam qualquer pagamento com o intuito de receber valores como recompensa, bem como não façam pagamentos a título de taxas para a aquisição de empréstimos. Se tiver dúvidas não efetue pagamentos e procure a Delegacia de Polícia ou um advogado para ser orientado.

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Policiais civis de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC), realizaram uma operação no Estado de Goiás e cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um motorista por furtos de cargas, além de um mandado de busca e apreensão. A prisão ocorreu na terça-feira (31).

As investigações começaram em abril, quando foram registrados boletins de ocorrência em Itajaí e Tubarão. O trabalho de investigação demonstrou que em apenas dois dias seguidos, o motorista, integrante de um bando criminoso, subtraiu duas cargas que somam quase R$ 1,5 milhão, registrando falsos boletins de ocorrência nos Estados de São Paulo e Maranhão.

A ação deflagrada na terça-feira faz parte da investigação que tem continuidade para desmantelar uma organização criminosa responsável por diversos furtos de placas solares fotovoltaico, devido ao aumento de utilização dessa matriz de energia.

A ação teve o apoio de policiais civis de Luziânia (Goiás) para a formalização dos procedimentos policiais após a prisão.

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DPCAMI FLORIPA

Na tarde de segunda-feira (30), a Polícia Civil, através da 6ª Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Florianópolis, cumpriu um mandado de prisão temporária contra um investigado suspeito de ter praticado o delito previsto no artigo 213 do Código Penal (estupro consumado).

Durante um trecho efetuado sem registro no aplicativo respectivo, o motorista perguntou para a passageira se ela gostaria de trabalhar com massagens e, mesmo diante da negativa dela, parou o veículo em local ermo, desligou os faróis, travou as portas, e praticou a violência sexual no interior do veículo. Após o crime, o motorista ordenou à vítima que não contasse os fatos a ninguém, pois ele sabia endereço de trabalho e residencial dela e que voltaria.

A mulher vítima procurou o hospital de referência e recebeu os tratamentos de praxe, procedeu ao registro da ocorrência e foi submetida aos exames periciais pertinentes.

A 6ª DPCAMI/PCSC identificou o suspeito do crime, reuniu informações, bem como o seu reconhecimento pela passageira da corrida, e representou pela prisão temporária, que foi decretada pelo Judiciário. O veículo usado no crime e o telefone celular do motorista foram apreendidos e serão submetidos à perícia a fim de averiguar outros vestígios.

O investigado está no Presídio da Capital e o inquérito policial será em breve concluído e enviado à Justiça. Caso haja outras vítimas de crimes cometidos com semelhante modus operandi, é preciso que se faça contato com a 6ª DPCAPMI (Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso) no bairro Agronômica, em Florianópolis.

DEIC.LOGOPC

Nesta terça-feira (31), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC), deflagrou a 3ª fase da operação “Digital Trace” e cumpriu um mandado de busca e apreensão em Praia Grande, no Estado de São Paulo.

A ação investiga a invasão ao servidor do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SC). Durante a diligência, foram apreendidos equipamentos relacionados com a prática criminosa. A Polícia Civil de São Paulo prestou apoio à operação.

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