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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DEIC/PCSC), participou, na manhã desta terça-feira (06), da 10ª edição da operação “Luz na Infância” que mobilizou mais de 500 policiais civis em 18 estados da Federação e em cinco países.

Em todo o país, foram cumpridos 125 mandados de busca e apreensão nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal. Forças de segurança da Argentina, Estados Unidos, Panamá e Equador também se envolveram.

Em Santa Catarina, a DEIC com apoio do Laboratório de Tecnológica Cibernética (Ciberlab/Deic), de alunos da Acadepol e da Polícia Científica de Santa Catarina cumpriram dois mandados, um deles com prisão em flagrante em Jaraguá do Sul.

A operação, que está em sua décima edição, tem como objetivo reprimir crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. A nível nacional é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), da Secretaria de Operações Integradas (Seopi).

Nesta edição, houve ainda a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Homeland Security Investigations (HSI).

De acordo com o Delegado da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DEIC/PCSC), Luis Felipe Rosado, a pena para quem armazena conteúdo sexual envolvendo crianças varia de 1 a 4 anos de prisão e pode aumentar de 3 para 6 anos no caso de compartilhamento e de 4 a 8 anos no caso de produção de conteúdo.

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Nesta sexta-feira (2), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal de Chapecó (DIC-FRON/PCSC), a Polícia Militar de Santa Catarina e a Guarda Municipal de Chapecó deflagraram a Operação “Metástase” contra o tráfico de drogas praticado na região do bairro São Pedro, em Chapecó. O objetivo é o cumprimento de 18 mandados de prisão preventiva, 18 mandados de busca e apreensão e internações de adolescentes.

Até o momento, 14 pessoas foram presas, sendo três em flagrante e 11 em decorrência do cumprimento dos mandados de prisão preventiva. Além disso, três adolescentes foram encaminhados para internação. Foram apreendidos também veículos, aparelhos celulares, drogas, dinheiro e armas.

As investigações, que duraram cerca de seis meses, identificaram uma organização criminosa que atuava na região e que era comandada por membros de uma família. Após diversas diligências, apurou-se que o tráfico era realizado como uma espécie de “drive thru” de cocaína.

Dessa forma, os usuários procuravam a droga e eram atendidos pelos operadores da organização, que contava com uma rede de apoio de pessoas identificadas como “olheiros”, que ficavam em pontos estratégicos e tinham como função anunciar a aproximação de qualquer viatura policial.

A organização ainda era beneficiada por alguns proprietários de residências próximas, pra onde os criminosos fugiam e escondiam as drogas quando eram alertados pelos “olheiros”, dinâmica que dificultava a atividade policial.

Durante o período de investigação, foi produzido vasto material probatório contra a organização criminosa, o qual serviu de base para representação de medidas cautelares pela Polícia Civil, que foram deferidas

A operação policial recebeu o nome de Metástase, pois compara o tráfico de drogas ao processo de metástase de células malignas que, a partir de um ponto primário, criam vias de disseminação, espalhando-se por todo um organismo.

No total, participaram 76 policiais civis, 54 policiais militares e 22 Guardas Municipais. Os policiais civis eram das Delegacias Regionais de Chapecó, Xanxerê, São Miguel do Oeste, Maravilha, Concórdia e Dionísio Cerqueira, do Serviço Aeropolicial de Fronteira, do Núcleo de Operações com Cães, do Setor de Operações da Diretoria da Fronteira, do Centro de Apoio de Combate aos Crimes Contra o Agronegócio e da operação “Hórus”. A Operação também contou com a participação de Policiais Militares do 2º Batalhão da Polícia Militar de Chapecó e da Guarda Municipal.

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Viatura sirene noite

 Nesta sexta-feira (2), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia de Urussanga, e o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e do Grupo Especial Anticorrupção (GEAC), deflagraram a operação “Wotan”. O objetivo foi apurar a possível prática do crime de corrupção ativa investigada no âmbito da Comissão de Investigação Processante, instalada na Câmara de Vereadores de Urussanga.

Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão. A investigação está sendo acompanhada pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e pela 3ª Promotoria de Justiça de Urussanga, cujo processo se encontra sob sigilo.

No total, aproximadamente 35 policiais participaram da ação policial. Participam também da operação policiais da Divisão de Investigação Criminal, da 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso de Criciúma, da 2ª Delegacia de Combate a Corrupção e da Polícia Científica.

Operação “Wotan” é a terceira fase da operação “Hera”

Na primeira fase da Operação Hera, que contou também com o apoio do GAECO, foram concluídos todos os inquéritos policiais com oferecimento de denúncias. Agora, na terceira fase há um inquérito policial instaurado.

Através de compartilhamento de provas foi também instaurado um inquérito policial para apurar possível crime de peculato do desvio de areião praticado por um vereador do Município.

Da segunda fase da operação, chamada de “A Zebra”, há dois inquéritos policiais instaurados, que estão em fase de análise de documentos apreendidos.

O nome da operação “Wotan” faz referência ao Deus Nórdico Wotan, que aparece em uma Ópera de Richard Wagner, chamada o Ouro de Reno. Na Ópera, Wotan está sempre em busca do Anel do Poder e para tanto não poupa nada e nem ninguém.

COLETE DIC 01

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal de Lages (DIC/PCSC), realizou a prisão de três integrantes de uma facção criminosa que, segundo as investigações, planejava efetuar o resgate de um preso e um ataque à DIC de Lages usando material explosivo. As prisões ocorreram nessa quarta-feira (30/11) e quinta-feira (01/12).

A ação foi realizada em conjunto com o Núcleo de Operações com Cães de Lages e São Lourenço, a Polícia Militar e a Polícia Penal de Santa Catarina, além das Polícias Civil e Militar do Mato Grosso do Sul.

Em novembro, a Polícia Civil já havia realizado a apreensão de 100 quilos de explosivos que seriam utilizados nos ataques e a prisão de um dos integrantes do grupo. Com o andamento das investigações e a rápida troca de informações entre as polícias, foi possível realizar a prisão dos demais integrantes da facção.

A Polícia Civil de Santa Catarina segue com a investigação para localizar outros integrantes da organização criminosa.

 gaeco

Na manhã desta quarta-feira (23), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Balneário Camboriú e o Grupo de Investigação de crimes cibernéticos, o CyberGaeco, do Ministério Público de Santa Catarina, deflagraram a Operação “Vapor” para cumprir 40 mandados judiciais. Destes, 13 são mandados de prisão temporária, 16 são mandados de busca e apreensão, 10 são de sequestro de veículos e um de sequestro de imóvel, a serem cumpridos em Curitiba (PR), Joinville, Balneário Camboriú e Camboriú.

A operação conjunta faz parte de uma investigação de dez meses e tem o objetivo de desmantelar três núcleos criminosos que atuam com os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas por meio de sites e redes sociais.

Houve o apoio do Centro de Operações Policiais Especiais - COPE/PCPR, em Curitiba (PR).

vaporoperação

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