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No início da manhã desta terça-feira (23), a Polícia Civil deflagrou uma operação para o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão domiciliares expedidos pela Justiça, em Criciúma. A ação combate os furtos e o tráfico de drogas e ocorreu nos bairros Boa Vista, Paraíso, Tereza Cristina e Vila Isabel.

Coordenado pela 2ª Delegacia de Polícia de Criciúma, o trabalho é resultado de investigações. Os mandados tinham por objetivo elucidar diversos furtos ocorridos no início deste ano e possível tráfico de drogas vinculado à atividade criminosa.

Em uma das residências, em que a investigada é apontada pela prática de tráfico de entorpecentes, foram encontrados cerca de cinco quilos de maconha – houve o auxílio do Núcleo de Operações com Cães (NOC) da Polícia Civil. Foram apreendidos ainda diversos pássaros silvestres sem autorização da autoridade competente para a criação.

Diversos aparelhos apreendidos nas residências se encontram na 2ª Delegacia de Polícia de Criciúma para a análise da procedência e devolução aos legítimos proprietários.

Uma pessoa foi presa por tráfico de drogas e encaminhada ao presídio regional de Criciúma. As investigações prosseguem.

As buscas contaram com o apoio de policiais civis das unidades componentes da Delegacia Regional de Criciúma, da Delegacia Regional de Araranguá e da Delegacia Regional de Tubarão, além do helicóptero da Polícia Civil SAER Sul e do Núcleo de Operações com Cães (NOC/PCSC).

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Nesta terça-feira (23), a Delegacia Geral da Polícia Civil recebeu em audiência, em Florianópolis, o prefeito de Meleiro (Sul do Estado), Eder Mattos. Foram tratados assuntos relacionados às atuais condições e melhorias da Polícia Civil no município, além de tratativas para a construção de uma nova Delegacia de Polícia local.

O prefeito foi recebido pelo Delegado Geral, Paulo Koerich. Também participaram o vereador Anderson Scardueli e o Diretor de Administração e Finanças da Polícia Civil, Valério Alves de Brito.

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Nesta terça-feira (23), a Polícia Civil começou a transferência de veículos depositados no pátio da Delegacia Regional de Joinville com a finalidade da prensagem e compactação.

A ação faz parte do processo realizado por meio da Comissão de Destinação de Veículos Apreendidos (CDVA) da Delegacia Geral da Polícia Civil. O objetivo é resolver a questão de espaço dos pátios, além da questão de saúde e meio-ambiente.

Saiba mais sobre a ação.

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A Polícia Civil cumpriu um mandado de internação expedido pela Justiça e apreendeu um adolescente suspeito de ter participado de um roubo à residência em Anchieta, no Oeste. A ação ocorreu na segunda-feira (22).

O crime ocorreu no dia 14/02/21, no centro. Pelo menos quatro homens armados com armas de fogo (inclusive arma longa) e armas brancas (facão), vestindo luvas e touca balaclavas, invadiram, a residência das vítimas, as quais foram rendidas, amarradas e agredidas. Os autores subtraíram uma Caminhonete Hillux, R$ 10 mil e uma caixa com pesos argentinos avaliados em cerca de R$ 80 mil. Além disso, foram levados diversos objetos pessoais como celulares, joias, perfumes e relógios.

A investigação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Anchieta (DPCO/FRON) e o mandado expedido pelo juízo da Comarca local. Houve apoio do helicóptero da Polícia Civil SAERFron para localizar o veículo roubado.Foram localizados alguns pertences das vítimas. Também foram apreendidos um cheque no valor de R$ 250 e R$ 500. No local estava um veículo Gol, da cor vermelha, o qual foi utilizado durante a fuga do crime. As investigações continuam.

 POLICIA CIVIL COLETE TRÁS

A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em matéria sob a relatoria do desembargador Luiz Neri Oliveira de Souza, manteve a condenação de uma mulher e de dois homens por estupro de vulnerável, por fotografar e filmar os atos libidinosos e pela guarda do material. A mulher, que tem uma filha menor de 14 anos, compartilhava a criança com os "namorados" durante suas relações sexuais, na Grande Florianópolis. A investigação foi feita pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão ao Crimes de Informática (DRCI) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC).

Após o ajuste dos vetores de culpabilidade e das circunstâncias do delito, o trio recebeu uma pena combinada de mais de 123 anos de prisão em regime fechado. A mãe, que deveria zelar pela segurança da menina, foi condenada a 47 anos, um mês e nove dias de reclusão. O primeiro namorado, que foi descoberto em uma rede social, pegou 38 anos, seis meses e 10 dias. Já o segundo homem, que confessou os atos libidinosos contra a criança em mensagens de celular, recebeu pena de 38 anos, 10 meses e 20 dias de prisão.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, a criança foi abusada de 2015 a 2019, entre os quatro e sete anos de idade. O esquema foi descoberto quando o ex-namorado comentou a situação e compartilhou imagens da mãe que abusava sexualmente da própria filha com um usuário de um site de relacionamentos. Com a prisão da mãe e do seu ex-namorado, o namorado atual tentou apagar as imagens do celular da mulher presa. Nesse mesmo período os abusos foram descobertos, assim como fotos e filmagens que incriminaram o trio.

Inconformados com a condenação pelo juízo de 1º grau, a mãe e os dois "namorados" recorreram ao TJSC. Basicamente, pleitearam a absolvição do crime de estupro de vulnerável porque o laudo pericial foi inconclusivo. Subsidiariamente, pediram a desclassificação para o crime de importunação sexual ou satisfação da lascívia na presença de criança ou adolescente. Também rogaram pela anulação do processo por cerceamento de defesa ou, alternativamente, a redução dos vetores de culpabilidade.

Os crimes foram comprovados pelo depoimento da vítima, aliado às provas obtidas nos celulares dos acusados. "Como se vê, as versões apresentadas pelos acusados estão isoladas nos autos e são pouco críveis, ao contrário dos relatos da vítima perante a psicóloga, da sua tia e do delegado de polícia, uníssonos e coerentes entre si, que associados ao teor das conversas entre os acusados - obtidas a partir da apreensão do celular de (nome da mãe) - são suficientes para confirmar a condenação", anotou o relator em seu voto, seguido de forma unânime pelos demais integrantes do colegiado. O processo tramita em segredo de justiça.

(Fonte: Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de SC)