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A Polícia Civil realizará um curso de fisiologia do exercício e condicionamento físico canino destinado aos Núcleos de Operações com Cães (NOCs/PCSC) da Instituição Policial. O objetivo é garantir a saúde e o bem-estar dos animais.

O curso será realizado entre os dias 14 e 16 de setembro na Academia da Polícia Civil (Acadepol) e abordará aulas teóricas e práticas.

Os cães experimentarão exercícios de alongamento, natação resistida, esforço em pista de areia, adaptação em esteira rolante, saltos para musculação, exercícios de HIIT, entre outras atividades.

De acordo com a diretora da Acadepol, Delegada de Polícia Ester Fernanda Coelho e o responsável pelo canil Central da PCSC, Agente Júlio César Saldanha, a disponibilização do curso resulta do exercício das competências atribuídas à unidade pelo Decreto Estadual nº 689/2020, pois o condicionamento físico dos cães lhes proporcionará um aumento da capacidade operacional, além de promover bem-estar e a melhoria da qualidade de vida.

Saúde

Segundo o coordenador de Operações com Cães da PCSC, Delegado de Polícia Ronaldo Moretto, durante as operações a exigência de esforço dos cães é intensa, razão pela qual, para a saúde e bem-estar dos animais, é fundamental o preparo físico adequado.

A médica veterinária que ministrará o curso, Carolina Berkman, considera que as tecnologias desenvolvidas na área de fisiologia do esforço canino, quando bem aplicadas, contribuem de forma importante no aumento da performance, resistência física e psíquica e na diminuição dos índices de lesões inerentes ao esforço físico. Além disso, trazem conforto aos cães durante o trabalho e segurança aos operadores.

Além dos integrantes dos NOCs, serão alunas do curso as professoras da Acadepol Natalie Soter e Jeanka Venâncio, que são formadas em medicina veterinária. Elas serão capacitadas para a aplicação dos protocolos de condicionamento físico e mensuração de resultados.

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Na manhã desta segunda-feira (26), a Polícia Civil de Santa Catarina participou de uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Estado do Amapá e prendeu um homem em Balneário Camboriú, litoral Norte do Estado.

A investigação é da Polícia Civil do Amapá e apura a suspeita de estelionato e fraudes de CNHs (Carteira Nacional de Habilitação) no Amapá.

Em Santa Catarina, houve pedido de apoio da Polícia Civil do Amapá há alguns dias. Policiais civis da Diretoria de Inteligência da PCSC localizaram o investigado em Balneário Camboriú e nesta manhã houve o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Amapá. A captura foi realizada por policiais civis da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Balneário Camboriú.

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Os criminosos entram em contato via rede social utilizando um perfil falso de um estabelecimento comercial.

Afirmam que a vítima foi selecionada para participar de um sorteio e solicitam o número de WhatsApp.

Com o número, eles tentam habilitar o aplicativo em outro aparelho, por isso solicitam que a vítima encaminhe o código de seis dígitos para validar a participação na promoção.

O código recebido é de autenticação do WhatsApp da vítima, que terá o aplicativo clonado, caso passe o código recebido ao criminoso.

Como Prevenir?

- Nunca informe códigos recebidos por mensagem para ninguém e habilite a autenticação de dois fatores em sua conta;

– Se receber mensagens sobre promoções sempre ligue e confirme através de canais de comunicação oficiais do estabelecimento.

O que fazer?

Registrar um Boletim de Ocorrência e denunciar ao WhatsApp através do e-mail: suporte@whatsapp.com. Também é possível denunciar clicando no número do golpe, clicar no campo "Dados do contato" e clicar em "denunciar".

Após o envio do e-mail, realize o procedimento para recuperação da conta sucessivas vezes, para bloquear a conta e o criminoso não conseguir mais utilizá-la.

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Nesta sexta-feira (23), a Polícia Civil de Santa Catarina e a Polícia Civil do Pará realizaram uma nova operação conjunta e prenderam mais um foragido da Justiça do Pará. A prisão ocorreu em Penha, no litoral Norte de Santa Catarina. O homem tinha mandado de prisão por organização criminosa e estava há 45 dias escondido no Estado.

A operação foi realizada em desdobramento da desencadeada na quarta-feira (21). O homem preso em Penha é suspeito de integrar organização criminosa que atua no País e estava escondido em Santa Catarina com o alvo preso na quarta-feira.

Ele também é suspeito de exercer a função de conselheiro de organização criminosa e atuar como responsável por ordens de homicídio, no Pará.

A ação envolveu policiais civis da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCSC) e policiais civis da CORE e Inteligência do Pará.

A prisão anterior

Na quarta-feira (21), um foragido da Justiça do Pará havia sido capturado em Palhoça, na Grande Florianópolis.

As prisões fazem parte da Operação “Medusa” da Polícia Civil do Pará em combate ao crime organizado e visando a prisão de lideranças suspeitas de homicídio e tentativas do mesmo delito contra agentes de segurança pública do Pará, além de roubos, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

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A Polícia Civil realizou uma operação na manhã desta sexta-feira (23), em Criciúma, Sul do Estado, e prendeu suspeitos do primeiro homicídio do ano no município. Foi em ação da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC), através da DHPP - Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça em residências e dois mandados de prisão temporária referentes ao homicídio de um homem morto com 17 tiros, em 05/06/2021, no bairro Boa Vista.

A ação resultou no cumprimento das prisões temporárias de 30 dias dos investigados, de 23 anos e de 21 anos, principais suspeitos de terem cometido o homicídio.

Drogas

Na casa de um deles foram apreendidas 22g de cocaína fracionadas em 16 porções, uma porção de maconha e R$ 190. O homem foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Os dois presos serão encaminhados ao presídio.

A operação contou com o apoio de policiais civis da 1ª e 2ª Delegacia de Polícia de Criciúma e da Delegacia de Polícia de Forquilhinha, além do compartilhamento de informações com a Polícia Militar.